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DICIONÁRIO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) DICIONÁRIO BRASILEIRO DE CORRUPÇÃO
Meteorologia Veja a previsão para as principais capitais pelo mundo (reuters)
LIVROS 2008
JORNAL ABRACE PÁGINA 1 PÁGINA 2 PÁGINA 3 PÁGs 4 e 5 PÁGINA 6 PÁGINA 7 PÁGINA 8
Dulcineia Luciano Breve lançamento
DELAÍDES AZEVEDO Autora de Planejar é preciso? Por quê? Para quê? Para quem?
LUCIA RIGUEIRA A autora de Enquanto Chovia
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O LUGAR DA LITERATURA INFANTIL NA ESCOLA Márcia Cristiane dos Santos Lima
A relação de afetividade que a criança estabelece com o livro é um dos principais fatores que determinam o seu envolvimento com a leitura e a escrita, mesmo antes de iniciar-se no processo de alfabetização. Sabemos, no entanto, que a maior parte dos alunos da rede pública de ensino da cidade do Rio de Janeiro não tem acesso aos livros antes de ingressar na escola. Cabe, então, ao professor, iniciar a criança no mundo das letras, propiciando um ambiente acolhedor e atraente, e permitindo o acesso a uma tipologia textual diversificada. Os textos e imagens que são apresentados à criança revelam, na verdade, uma visão de mundo, um projeto de sociedade. Por isso, o professor, que é um mediador da leitura na escola, deve estar atento aos critérios que orientam a escolha de livros. É função primordial da escola ampliar o domínio dos níveis de leitura e escrita, o que interfere de forma substancial na construção do pensamento, tornando-se, conseqüentemente, um fator determinante do bom desempenho durante e após o período de escolarização. Além disso, a literatura fomenta no leitor a curiosidade e o interesse pela descoberta e permite que ele vivencie situações pelas quais jamais passou, alargando seus horizontes. Ao romper com as barreiras da realidade, a literatura possibilita ainda o acúmulo de experiências vividas imaginariamente, o que torna o leitor/escritor mais criativo. Portanto, é fundamental uma política de popularização do livro e das práticas de leitura, sem que se abdique do compromisso com o saber e a arte - a exemplo do revolucionário projeto “Abrace um aluno escritor”, que tem em sua essência a prática dialógica na sala de aula. Desde as primeiras linhas até a fase final de ilustração da história, há momentos de discussão entre os alunos que, de forma democrática (com apresentação e votação das idéias conflitantes), conseguem chegar a um acordo. Implementar esse projeto nas escolas públicas, formando alunos-autores, sujeitos no processo de ensino-aprendizagem, é essencial à construção do leitor-cidadão, que participa, questiona e posiciona-se criticamente diante da realidade, mas não deixa de sonhar. _________________________________________________________________________ *Mestre em Lingüística pela UFRJ |
LIVROS 2008
DIRETORIA NA IMPRENSA (CLIQUE AQUI) GISELE MARQUES A autora do livro Tribo Urbana
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